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MENSAGENS & REFLEXÕES



DOIS CAVALOS

DOIS CAVALOS

 

Na estrada de minha casa há um pasto. Dois cavalos vivem lá.
De longe, parecem cavalos como os outros cavalos, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego. Contudo, o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo - um cavalo mais jovem.
Isso já é de se admirar.
Se você ficar observando, ouvirá um sino. Procurando de onde vem o som, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor.
Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.
Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo.
E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára para que o outro possa alcançá-lo.
E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.
Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.

Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas.
Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.

E assim são os bons amigos. Você não precisa vê-los, mas eles estão lá.

Por favor, ouça o meu sino. Eu também ouvirei o seu. 

 


Viva de maneira simples,
Ame generosamente,
Cuide com devoção,
Fale com bondade....
E confie, deixando o resto para Deus...

 

Obs. texto enviado por email pelo  Miguel

 



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 21h08
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O cumprimento das leis e normas, muitas vezes exige bom senso de quem as executa.

 O cumprimento das leis e normas, muitas vezes exige bom senso de quem as executa.

 (Rivaldo Roberto Ribeiro-Jose Bonifacio-SP)

 

Hoje  lembrei-me de uma entrevista do então governador de São Paulo Franco Montoro na Radio Bandeirantes, não me lembro o ano, ele falava do bom senso que um juiz deve ter quando julga um delito, ou a qualquer um de nós na interpretação de tantas normas que nos cercam a vida.

 

 A historinha que ele contou para elucidar essa questão foi essa:

-No portão de um parque havia uma placa proibindo a entrada de cães, quando apareceu um homem com um urso e o porteiro impediu a sua entrada, mas o homem inconformado alegou que na placa havia a proibição apenas de cães não de ursos. O porteiro insistiu que aquele urso também não podia entrar porque causaria o mesmo dano que um cão ou mais...

 

Pois bem!  Logo em seguida apareceu uma velha senhora acompanhada de um pequeno cãozinho inofensivo, e o sábio  porteiro a permitiu que entrasse no parque, “infligindo” aquela norma da proibição de entrada de cães. Porque soube interpretar bem o que significava a razão daquela lei, não era simplesmente a proibição de cães, mas o perigo que eles representavam.

Pois aquele cãozinho não causaria nenhum dano dentro do parque, nunca atacaria alguém, apenas servia de entretenimento para as crianças.

 

 

 



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 19h02
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RESPEITO

RESPEITO

 

Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram escolher as disciplinas.

O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo.
                       O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental.
                       E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
                       E assim foi feito. Incluíram tudo, mas... cometeram um grande erro.
                       Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.
                       O Coelho foi magnífico na corrida. Ninguém corria como ele.
                       Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram:
                       "Voa, Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"... coitadinho! Quebrou as pernas.
                       O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
                       O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.

                       SABE DE UMA COISA?

                       Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.
                       Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem... e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.

“RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO! "

 

EMAIL : Meire Michelin 150608(Autor não foi citado)



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 23h01
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FÁBULA DA GALINHA VERMELHA

 

Leiam e reflitam...

 FÁBULA DA GALINHA VERMELHA
 
      
  Esta estorinha ficou mais conhecida quando foi divulgada por Ronald Reagan, nos anos 70, quando o presidente reduziu a carga tributária e conseguiu aumentar a arrecadação nos EUA. É a estória de uma galinha vermelha que achou alguns grãos de trigo e disse a seus vizinhos:
        - Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a plantá-lo?'
        - Eu não - disse a vaca.
        - Nem eu - emendou o pato.
        - Eu também não - falou o porco.
        - Eu muito menos - completou o ganso.
        - Então eu mesma planto - disse a galinha vermelha.
        E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados. Foi em vão, também, pedir a ajuda de qualquer um deles para carpir e cuidar da lavoura. Mas ela mourejou no cabo da enxada e o trigo creceu e se tornou um lençol dourado.
        - Quem vai me ajudar a colher o trigo? - quis saber a galinha.
        - Eu não - disse o pato.
        - Não faz parte de minhas funções - disse o porco.
        - Não depois de tantos anos de serviço - exclamou a vaca.

        - Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego - disse o ganso.
        - Então eu mesma colho - falou a galinha, e colheu todo o trigo ela mesma.
        Finalmente, chegou a hora de preparar o pão.
        - Quem vai me ajudar a assar o pão? - indagou a galinha vermelha.
        - Só se me pagarem hora extra - falou a vaca.
        - Eu não posso por em risco meu auxílio-doença - emendou o pato.
        - Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão - disse o porco.
        - Caso só eu ajude, é discriminação - resmungou o ganso.
        - Então eu mesma faço - exclamou a pequena galinha vermelha.
        Ela assou cinco belos pães e os pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem ver. De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço. Mas a galinha simplesmente disse:
        - Não, eu vou comer os cinco pães sozinha.
        - Lucros excessivos! - gritou a vaca.
        - Sanguessuga capitalista! - exclamou o pato.
        - Eu exijo direitos iguais e justiça social! - bradou o ganso.
        O porco, esse só grunhiu. Eles pintaram faixas e cartazes dizendo 'Injustiça' e marcharam em protesto contra a galinha, gritando obscenidades.
Quando um agente do governo chegou, disse à galinhazinha vermelha:

        - Você não pode ser assim egoísta.
        - Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor - defendeu-se a galinha.
        - Exatamente - disse o funcionário do governo - essa é a beleza da livre empresa... Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser. Mas sob nossas modernas  regulamentações governamentais, os trabalhadores mais produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não fazem nada.
        E todos viveram felizes para sempre, inclusive a pequena galinha vermelha, que sorriu e cacarejou: 'eu estou grata', 'eu estou grata'.
        Mas os vizinhos sempre perguntavam por que a galinha, desde então, nunca mais fez nada mais... Nem mesmo um simples pão.

 

Autor desconhecido. Esse texto eu recebi por email de um internauta amigo, Amilton.

 



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 00h49
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O coração tem razões...

O coração tem razões...

 

SUSAN ANDREWS


VOCÊ SE LEMBRA DAQUELA TOCANTE HISTÓRIA DO LIVRO O PEQUENO PRÍNCIPE?

 

Bom, existe uma história mais tocante ainda que aconteceu de fato com o criador do Pequeno Príncipe, o escritor francês Antoine de St. Exupéry.

Poucas pessoas sabem que ele lutou na Guerra Civil Espanhola, quando foi capturado pelo inimigo e levado ao cárcere para ser executado no dia seguinte.

Nervoso, ele procurou em sua bolsa um cigarro, e achou um, mas suas mãos estavam tremendo tanto que ele não podia nem mesmo levá-lo à boca.

Procurou fósforos, mas não tinha, porque os soldados haviam tirado todos os fósforos de sua bolsa.

Ele olhou então para o carcereiro e disse: "Por favor, usted tiene fósforo?".

O carcereiro olhou para ele e chegou perto para acender seu cigarro.

Naquela fração de segundo, seus olhos se encontraram, e St. Exupéry sorriu.

 

Depois ele disse que não sabia por que sorriu, mas pode ser que quando se chega perto de outro ser humano seja difícil não sorrir.

Naquele instante, uma chama pulou no espaço entre o coração dos dois homens e gerou um sorriso no rosto do carcereiro também.

Ele acendeu o cigarro de St. Exupéry e ficou perto, olhando diretamente em seus olhos, e continuou sorrindo.

St. Exupéry também continuou sorrindo para ele, vendo-o agora como pessoa, e não como carcereiro.

 

Parece que o carcereiro também começou a olhar St. Exupéry como pessoa, porque lhe perguntou: "Você tem filhos?".

"Sim", St. Exupéry respondeu, e tirou da bolsa fotos de seus filhos. O carcereiro mostrou fotos de seus filhos também, e contou todos os seus planos e esperanças para o futuro deles. Os olhos de St. Exupéry se encheram de lágrimas quando disse que não tinha mais planos, porque ele jamais os veria de novo. Os olhos do carcereiro se encheram de lágrimas também.

E de repente, sem nenhuma palavra, ele abriu a cela e guiou St. Exupéry para fora do cárcere, através das sinuosas ruas, para fora da cidade, e o libertou. Sem nenhuma palavra, o carcereiro deu meia-volta e retornou por onde veio. St. Exupéry disse: "Minha vida foi salva por um sorriso do coração".

 

O que foi aquela "chama" que pulou entre o coração desses dois homens? Isso tem sido tema de intensa pesquisa atualmente, na medida em que os cientistas estão se dando conta de que o coração não é meramente uma bomba mecânica, mas um sofisticado sistema para receber e processar informações.

De fato, o coração envia mais mensagens ao cérebro que o cérebro envia ao coração!

Como disse o filósofo francês Blaise Pascal: "O coração tem razões que a própria razão desconhece".

 

Estados emocionais negativos, como raiva ou frustração, geram ondas eletromagnéticas totalmente caóticas do coração, como se estivéssemos pisando no acelerador e no breque simultaneamente.

Esse estado de batimentos desordenados é chamado de "incoerência cardíaca" e está ligado a doença cardíaca, envelhecimento precoce, câncer e morte prematura.

 

Em estados de amor ou gratidão, nosso batimento cardíaco torna-se "coerente". Isso diminui a secreção dos hormônios do estresse, reduz a depressão, hipertensão e insônia, melhora o sistema imune e aumenta a clareza mental.

Essa é uma das razões pelas quais tem sido provado que as emoções positivas estão associadas à boa saúde física e mental - e à longevidade.

Essa irradiação coerente do coração - essa "chama" de genuína afeição - pode afetar pessoas a uma distância de até 5 metros!

 

Logo, na próxima vez em que você estiver numa situação difícil, respire profundamente, lembre-se de St. Exupéry e do Pequeno Príncipe e irradie a energia de seu coração. Como o Pequeno Príncipe nos lembrou, "somente com o coração podemos ver com clareza".

 

Esse texto eu recebi num email de duas amigas Regina e Fatima
 

 



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 00h16
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Quem é você?

 

Quem é você?

 

Sou uma espécie de Dom Quixote que ainda acredita no absurdo, acredita no homem, no amor que existe dentro de cada um de nós...

Sonho com o impossível, uma utopia, um paraíso onde todos nós seremos irmãos como semelhantes que somos.

 

Mas às vezes tudo isso desmorona, porque encontro pela frente a realidade, o possível, o que tudo acontece diante de nossos olhos:

A violência, a destruição da natureza, a poluição, a falta de amor entre as pessoas, a falta de fé em Deus,a inacreditável convivência de milhões de pessoas dentro de uma rua, um bairro, uma cidade, sem ninguém se conhecer, todos estranhos! Isso se chama progresso, nisso todos acreditam!

 

Portanto acho que estou fora de um mundo estranho que não reconheço como deveria ser.

Talvez viva apenas através dos sonhos...

 

(Rivaldo R.Ribeiro, José Bonifácio-SP)



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 18h43
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FORÇA

FORÇA

 

Temos que ter a FORÇA...

Do vento que carrega a pedra,

Da mulher que gera o filho,

Do jovem que abraça os sonhos.

Temos que ter a FORÇA...

Do ombro que suporta a cruz,

Da mão que levanta o enfermo,

Do sol que acorda o dia,

Da paz que cala a guerra.

Temos que ter a FORÇA...

Da noite que segura as estrelas,

Da rosa que resiste aos espinhos,

Do pão que alimenta a vida,

Da fé que afasta o medo.

Temos que ter a FORÇA...

Do amor que une os namorados,

Do sorriso que revela a alegria,

Da fraternidade que iguala as pessoas,

Da palavra que jorra dos lábios,

Do coração que sabe amar.

Temos que ter a FORÇA...

PRA NOS TORNAR UMA GOTA D'ÁGUA E COM

AS OUTRAS GOTAS FAZER UM RIO QUE CORRA

PARA JESUS CRISTO,

O GRANDE MAR DE AMOR.

FONTE BLOG  http://gotasdefe.zip.net/



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 17h18
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HISTÓRIO CURTA

HISTÓRIA CURTA.

 

Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil. Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte- vietnamita. Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão. Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:

"Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?" "Sim, como sabe?" , perguntou Plumb. "Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?" Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu: "Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje."

Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se: "Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro." Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.

Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia: "Quem dobrou teu pára-quedas hoje?" . Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.

Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido. Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável.

Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-te conta de quem prepara teu pára-quedas, e agradece-lhe. Ainda que não tenhas nada de importante a dizer, envia esta mensagem a quem fez isto alguma vez. E manda-a também aos que não o fizeram.

As pessoas ao teu redor notarão esse gesto, e te retribuirão preparando teu pára-quedas com esse mesmo afeto. Todos precisamos uns dos outros, por isso, mostra-lhes tua gratidão.

Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples. Só um telefonema, um sorriso, um agradecimento, um Gosto de Você, um Te Amo. Obrigado por todos os favores que sem merecer recebi de ti e nunca te agradeci.

COM CARINHO...

 

OBS. ENVIADA PELO AMIGO OSCAR BLOG

 http://flainandonaweb.blogspot.com/

 



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 22h21
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Clarice Lispector expõe seu estado de espírito

 Clarice expõe seu estado de espírito

 

"Não pense que a pessoa tem tanta força assim a ponto de levar qualquer espécie de vida e continuar a mesma. Até cortar os defeitos pode ser perigoso - nunca se sabe qual o defeito que sustenta nosso edifício inteiro...há certos momentos em que o primeiro dever a realizar é em relação a si mesmo.

 Quase quatro anos me transformaram muito. Do momento em que me resignei, perdi toda a vivacidade e todo interesse pelas coisas.

Você já viu como um touro castrado se transforma em boi. Assim fiquei eu...Para me adaptar ao que era inadaptável, para vencer minhas repulsas e meus sonhos, tive que cortar meus grilhões - cortei em mim a forma que poderia fazer mal aos outros e a mim. E com isso cortei também a minha força.

 

Ouça: respeite mesmo o que é ruim em você - respeite sobretudo o que imagina que é ruim em você - não copie uma pessoa ideal, copie você mesma - é esse seu único meio de viver.

Juro por Deus que, se houvesse um céu, uma pessoa que se sacrificou por covardia ia ser punida e iria para um inferno qualquer. Se é que uma vida morna não é ser punida por essa mesma mornidão. Pegue para você o que lhe pertence, e o que lhe pertence é tudo o que sua vida exige. Parece uma vida amoral. Mas o que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma.

Gostaria mesmo que você me visse e assistisse minha vida sem eu saber. Ver o que pode suceder quando se pactua com a comodidade da alma". Clarice Lispector.

 

Em carta às irmãs, em janeiro de 47, de Paris

 

Amo Clarice Lispector, talvez  porque ela nos expõe  sem mascaras, eu li não me lembro onde que  ela dizia que: nossas angustias é a certeza da nossa liberdade....  



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 23h18
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As Sete Maravilhas do Mundo

As Sete Maravilhas do Mundo

Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:

O Taj Mahal
A Muralha da China
O Canal do Panamá
As pirâmides do Egito
O Grand Canyon
O Empire State Building
A Basília de S. Pedro

Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta.

A menina, não tinha virado sua folha ainda.

O professor então perguntou a ela se tinha problemas com sua lista.

A menina quieta respondeu:

- Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.

O professor disse:

- Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.

A menina hesitou, então leu:

- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:

1 - Ver
2 - Ouvir
3 - Tocar
2 - Provar
5 - Sentir
6 - Rir
7 - E Amar ...

A sala então ficou completamente em silêncio.

Extraído do livro: Histórias da Alma: Histórias do Coração - Christina Feldman & Jack Kornfield



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 21h14
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Grãozinho de areia

GRÃOZINHO DE AREIA

(Rivaldo R.Ribeiro)

 

Um dia desses eu estava um pouco aborrecido, sai para o meu quintal, o ar corria fresco depois de um dia quente e árido. Não era assim, aqui o clima sempre foi muito agradável, mas a ganância está nos transformando. Ao redor  imenso canaviais formam um deserto verde nocivo ao meio ambiente e ao homem. A vermelho das queimadas é sempre visto no horizonte tornando ainda mais insuportável o nosso clima.

Olhei para o céu a  Lua  avermelhada,  antes tão linda com sua cor prateada,  as estrelas ofuscadas, o céu não é mais céu. Agora é lugar de jogar o lixo do homem.

O nosso pequeno planeta azul,  nesse universo de galaxias e sistemas solares é um grãozinho de areia, e nós somos menores doque isso, porque  vivemos sobre esse grãozinho e dele dependemos em tudo.

Refletir sobre isso é válido, a arrogância nos faz esquecer quem somos... 

    



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 10h50
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A BENGALA BRANCA

Um cego vinha descendo a rua com sua bengala branca, pela sua deficiência até que caminhava rápido e conseguia desviar da maioria dos obstáculos, não levou nenhum tombo, não deu de frente com nenhum poste. E continuou caminhando rua abaixo apenas com a certeza que sua bengala branca o orientava.   

 

Ele vivia na escuridão, não via, não enxergava, seus sentidos eram apenas o olfato e audição e a bengala branca. Com todos esses problemas sua face não esboçava tristeza, apenas a determinação de ir ao seu destino. Tomou certo cuidado para atravessar a rua é verdade, mas atravessou...Tinha Fé!!!



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 01h50
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PAZ INTERIOR

PAZ INTERIOR

Imagine que há um anjo de Deus
a seu lado neste momento...

Feche os olhos ,silencie, fique tranqüilo
e pense em todos os problemas
que gostaria de solucionar...

Tudo o que te angustia, te faz chorar,
te oprime, te preocupa, te deixa triste...

Até mesmo seu medo do futuro,
de errar, de escolher o caminho errado...

Pense agora em tudo isso...

Abra seu coração e se imagine
entregando tudo isso a Deus...
Coloque as suas mãos em posição
de entrega ainda de olhos fechados...

Se não der, imagine se entregando agora,
como alguém que entrega
um saco bem pesado
para outra pessoa levar...

Se imagine limpando seu coração,
tirando o lodo, varrendo a poeira,
abrindo as janelas...

Mas se concentre, se desligue de tudo
ao seu redor; agora é só você e Deus...

Pense no rosto de Deus,
no abraço de Deus,
no amor de Deus, aquele sopro suave te embalando...

Veja esse fardo ir escorregando
das suas mãos, saindo, o vento levando para as mãos do anjo...
Relaxe e sinta a sensação de alívio interior...

Acendeu-se uma vela, uma luz interior,
você jogou fora todo o lixo...

Agora imagine tudo de bom
que você quer que aconteça
ou que já aconteceu...

Momentos de felicidade,
amizade, carinho, paz, romance...

Coloque tudo em suas mãos, imaginariamente,
e faça o gesto de guardar no seu coração,
como se guarda uma jóia numa caixinha.

Diga um obrigado
com muita fé, de coração...

Agradeça por tudo isso de bom
que ficou e pelo ruim que saiu...

Agora abra seus olhos, conte até três
e respire bem fundo e devagar...

Inspire e expire bem devagar...

Vá sentindo essa paz interior,
um amor que te preenche,
uma liberdade incrível...

Agora, imagine que o anjo voou
e levou suas orações
em um saquinho para Deus...

Imagine Deus abrindo, lendo...

E imagine que o saco de fardos
foi aberto e seu conteúdo
se desintegrou no ar...

Sumiu sem vestígio...

Imagine o anjo voltando
com seu saquinho de respostas na mão...
Se imagine abrindo o saquinho...

Abrindo devagar e vendo coisas boas,
muito boas lá dentro...

Agora volte um pouco à realidade ...
e agradeça a Deus pela respostas...

Mesmo sem saber quais são elas ainda,
agradeça, porque são o que há de melhor para você...

Fique tranqüilo sabendo
que em breve irá conhecê-las...

(A.D)



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 16h11
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Decálogo...

Decálogo para uma espiritualidade de não violência

Publicando no Site:     http://www.coracaodemaria.org.br       

Paróquia do Imaculado Coração de Maria- Missionário Claretianos - Santos-SP  

 

 01- Aprender a reconhecer e respeitar "o sagrado" em cada pessoa, incluindo a nós mesmos, e em cada parte da Criação. Os atos da pessoa não-violenta ajudam a liberar o Divino no oponente, desde a obscuridade ou cativeiro. 

 

 02 -Aceitar-se a si mesmo profundamente, "quem sou" com todos meus dons e riquezas, com todas as minhas limitações, meus erros, falhas ou debilidades, e dar-me conta de que sou aceito por Deus. Viver na verdade de nós mesmos, sem excessivo orgulho, com menos delírio de grandeza e falsas expectativas. 

 

03- Reconhecer que aquilo pelo qual sinto ressentimento, e talvez até deteste, no outro, vem de minha dificuldade de admitir que esta mesma realidade vive também em mim. Reconhecer e começar a renunciar a minha própria violência, a qual se faz evidente quando eu reexamino minhas palavras, gestos, reações. 

 

 04- Renunciar ao dualismo, à idéia do "nós/eles" (maniqueísmo). Isto nos divide em "gente boa/gente má" e nos permite satanizar o adversário. É a raiz de uma conduta autoritária e exclusiva. Gera racismo e possibilita os conflitos e as guerras. 

 

 05- Enfrentar o medo e abordá-lo com amor, não com valores. 

 

 06-Compreender e aceitar que a "Nova Criação", a construção da "Amada Comunidade", é também levada adiante conosco. Nunca é um "ato solitário". Isto requer paciência e capacidade pessoal. 

 

 07- Ver-nos a nós mesmos como parte de toda a criação com a qual promovemos uma relação de amor, não de domínio, recordando que a destruição de nosso planeta é um problema profundamente espiritual, não simplesmente científico ou tecnológico. Nós somos um só. 

 

 08- Estar dispostos a sofrer, talvez até com alegria, se cremos que ajudaremos a liberar o Divino em nós. Isto inclui a aceitação de nosso lugar e momento na história com seus traumas, com suas ambigüidades. 

 

 09-Ser capaz de celebrar, de gozar, quando a presença de Deus for aceita; e quando não for, ajudar a descobrir e reconhecer este fato. 

 

 10- Ser paciente, plantar sementes de amor e de perdão em nossos corações e a nosso redor. E como resultado, pouco a pouco cresceremos no amor, na compaixão e na capacidade de perdoar. 

 

http://www.coracaodemaria.org.br



Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 21h15
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Seu verdadeiro amigo

Seu verdadeiro amigo

Quando você se sentir abaixo da linha do Equador, sob o peso de muita humilhação, frustração e medo;
Quando tudo parecer perdido e sem fim;
Quando todos virarem as costas e te deixarem só;
Quando as cortinas se fecharem e a platéia for embora;
Quando você se sentar diante do espelho no camarim vazio;
Quando você perceber que a vida tem um brilho falso;
Quando não restar mais nada dos seus sonhos e das suas esperanças;
Ainda assim, Eu estarei aqui.
Sou aquela porta que nunca se fecha;
O abraço que nunca esfria;
O sorriso que nunca murcha;
O carinho que nunca cessa.
Eu te compreendo, e te entendo,
tenho tanto amor por você, que as vezes choro.
Choro por te sentir perdido, distante, andando por caminhos tortuosos, becos escuros, e me dói te ver chorando,você é tão forte, tão amado, e muitas vezes, se julga só;
Abaixa a cabeça quando deveria ter orgulho de si mesmo;
Chora quando deveria sorrir;
Aceita a derrota, quando deveria lutar.

Eu te amo tanto, queria tanto te abraçar nessa hora, mas, você se fecha, se tranca em um quarto escuro, cultiva pensamentos de derrota, e até pensa no fim da vida, vida que meu Pai te deu, vida que é seu maior tesouro.
Você é o meu maior tesouro!
Eu sou a sua chave da vida;
Vem, sinta esse arrepio na pele,
Vem, encoste a cabeça aqui no meu peito, desabafe, alivie-se, pare de chorar.
Sou teu escudo, teu porto seguro, tua luz,
Sou teu verdadeiro amigo,
Sou Eu,
JESUS.

As vezes nos imaginamos sozinhos, sem ter para aonde ir neste mundo cheio de tantos absurdos, tantos problemas.
Pois saiba meu amado nosso verdadeiro amigo Esteve, Está e Estará conosco a cada passo, a cada instante.
Que possamos nos lembrar disso nas horas boas e nas horas ruins, que possamos dar graças a Deus sim, sempre, mesmo na hora da tempestade mais tremenda.
Dar graças a Jesus por estarmos passando por dificuldades com Ele.
Mas nunca em momento algum darmos graças por estarmos felizes nas entranhas do pecado.
http://filhadejesus.weblogger.terra.com.br/index.htm  (FONTE: BLOG  FILHA DE DEUS. MICHELE)



Escrito por Rivaldo R.Ribeiro às 19h42
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Algumas atitudes para viver mais feliz

LEIA O TEXTO ABAIXO VAI SER MUITO IMPORTANTE PARA VOCÊ.

Algumas atitudes para viver mais feliz
Fonte: Autores Católicos  


Deus nós criou para que sejamos felizes. Nesta mensagem detalharemos algumas atitudes que você deve assumir para ser uma pessoa feliz.


Adquira a virtude da valentia para enfrentar os problemas. Confie em Deus e em você mesmo. Lute contra o medo, pois o medo paralisa, remove a lucidez, faz cometer erros e leva à depressão. Seja valente e decidido; com uma postura assim irá eliminando os efeitos devastadores do medo... do fracasso, da rejeição, da morte: tudo isto infecta a mente, atordoa e impede de ver as coisas com lucidez.


Desenvolva sua capacidade da surpresa, da admiração, ante as coisas pequenas ou grandes do mundo que é cheio de maravilhas; se você mantém essa atitude, verá que as tristezas vão desaparecendo. Converta-se em um ser sensível ao lado positivo da vida. Cultive o coração de criança que vê tudo como novo e belo.


Convidamos-te a levantar-se pelas manhas e dizer a si mesmo: que maravilha que estou vivo! Isto é um milagre de Deus, porque é um milagre da vida. Abra as janelas de seu quarto, observe o amanhecer, o sol que desperta e que vai chegando com seu brilho no horizonte. Assombre-se ao ver o brilho nos olhos de seus filhos, maravilhe-se de que Deus te segue amando, te segue perdoando, que aquele homem segue lutando com sua enfermidade. O mundo segue seu curso e há muitas coisas belas nele.


Seja otimista, sempre espere um melhor amanhã, não deixe de lutar, não desanime, não se sinta derrotado... e quando você tiver estas atitudes, nada poderá derrota-lo, somente você mesmo.


O triunfo será seu se perseverar, alimente essa perseverança. O triunfo aparece quando se percorre esse caminho, quando se faz esse esforço adicional que muitas pessoas consideram inútil, como um esforço sem frutos; dê esse passo que poucos dão. A diferença entre o que triunfa e o que cai derrotado é o esforço para alcançar um objetivo, nunca se sinta derrotado e não duvide que Deus esteja com você apoiando-o nessa caminhada. Ele vencerá e com Ele todo bom triunfará; e se sua causa é nobre, você também triunfará.


Nosso Deus é o Deus da Vitória, o Deus da Esperança, do fruto feliz, é o Deus do Triunfo. Repita sempre, "vencerei, vencerei porque Deus esta comigo"; jamais se sinta vencido.


Cultive sua "linguagem" para que seja positiva; se tem demonstrado psicologicamente com a "linguagem" influencia nos pensamentos, na maneira como se olha as coisas. Evite expressões como: que tristeza; não há nada a fazer; estou vencido; isto não tem remédio; é impossível viver neste mundo; que mundo mais desgraçado; este mundo é dos maus; viemos aqui só para sofrer; é impossível ser feliz. Evite esta "linguagem" negativa porque isso o condiciona e o leva à depressão, transforme sua "linguagem" em uma linguagem positiva.


Diga sempre: estou muito bem; tudo irá melhorar; isto tem solução; tudo mudará; seguirei lutando e vencerei; nunca me darei por vencido; não estou derrotado; Deus nunca me abandonará; Ele esta comigo e eu vencerei. A forma em que você se expressa condiciona seu estado de ânimo.


Recorde quantos momentos lhe pareceram intoleráveis, que não podia suportar, e que ao passar o tempo e com a ajuda de Deus, da natureza, de seus amigos e família e graças à sua voluntariedade, perseverança e com o uso dos dons que Deus lhe deu, pode triunfar.


Recorde sempre que: Com Deus você é invencível!

Mons. Rómulo Emiliani, c.m.f.

SITE: Paróquia do Imaculado Coração de Maria Missionários Claretianos
Santos - Brasil- 
www.coracaodemaria.org.br



Escrito por Rivaldo R.Ribeiro às 19h33
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OS HOMENS E OS VERMES.

OS HOMENS E OS VERMES. ( Rivaldo R.Ribeiro)


Meu Deus eu te agradeço por permitir que eu viesse a conhecer São Francisco de Assis, ganhei um grande amigo, meu deu norte na vida, compreendo melhor o mundo, a natureza, a vida, meus irmãos mais pobres e humildes.

São Francisco amou Jesus como nós deveríamos amar, ele nos deu testemunho da sua Fé, ele mostrou a importância do respeito à natureza, importância que sentimos hoje por causa de tantas catástrofes que assolam à mãe Terra.

São Francisco mostre a humanidade mais uma vez, quem somos? Simplesmente iguais aos vermes, pássaros, besouros, tigres, macacos, toda espécie viva no planeta, somos parte de toda a vida e igual a qualquer vida, pois, se NÃO for possível viver um verme na face da terra, nenhum homem também o é.



Escrito por Rivaldo R.Ribeiro às 21h40
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AS DUAS RÃZINHAS

As duas rãzinhas

 

Duas rãzinhas estavam passeando em volta de um tonel de leite, quando se desequilibraram e caíram no líquido. Desesperada, uma falou para a outra:

 

- Nade... Não pare! Se não, vamos afundar, e morreremos!...

 

Mas a companheira estava sem forças e não resistiu. Parou de nadar e afundou.

 

Determinada, a sobrevivente não parou de se bater e nadar. Se debateu tanto, que como milagre, o leite foi se transformando em manteiga e, desta maneira, ela conseguiu caminhar sobre a substância gorda do leite, e saiu.

 

Quando você estiver passando por um momento difícil na sua vida, não deixe de lutar, nade até o fim. Você conseguirá vencer

 



Escrito por Rivaldo R.Ribeiro às 21h37
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REFLITA

Reflita

 

 

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

 

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.

 

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

 

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

 

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

 

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

 

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

 

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.

 

E, finalmente, a maior das deficiências é ser miserável, pois "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

 

"A amizade é um amor que nunca morre."

 

Mário Quintana



Escrito por Rivaldo R.Ribeiro às 21h29
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A ULTIMA FLOR

 

 A Última Flor

 

A 2ª guerra mundial, como toda a gente sabe, levou a civilização a desaparecer; cidades, vilas e aldeias desapareceram da terra; todos os bosques e todas as florestas foram destruídas; assim como todos os jardins e todas as obras de arte; os homens, as mulheres e as crianças tornaram-se seres inferiores aos animais mais ínfimos.

 

Desencorajados e desiludidos, os cães abandonaram os seus donos abatidos. Encorajados pela situação miserável dos antigos senhores da terra, os coelhos caíram sobre eles.

 

Os livros, a música e os quadros desapareceram da face da terra, e os seres humanos limitaram-se a ficar sentados sem nada fazer.

 

Passaram os anos. Até os poucos generais que restavam se esqueceram do que a última guerra tinha decidido. Os rapazes e as raparigas cresciam e olhavam uns para os outros sem interesse, porque o amor tinha desaparecido da face da terra.

 

Um dia, uma rapariguinha que nunca tinha visto uma flor, viu, por acaso, a última flor do mundo. E disse aos outros seres do mundo que a última flor do mundo estava a morrer.

 

A única pessoa que lhe prestou atenção foi um rapazinho que ela encontrou a vadiar. Juntos, o rapaz e a rapariga trataram da flor e ela voltou a viver.

 

Um dia, uma abelha visitou a flor, e depois veio um passarinho. Em breve apareceram duas flores, depois quatro, e depois muitas flores. Os bosques e as florestas voltaram a florescer. A rapariguinha começou a interessar-se pelo seu aspecto. O rapazinho descobriu que era agradável a rapariguinha. E o amor voltou a nascer no mundo. Os filhos deles cresceram e eram fortes e saudáveis e aprenderam a correr e a rir. Os cães abandonaram o exílio. O rapaz descobriu que pondo as pedras umas sobre as outras, podia construir um abrigo. Em breve toda a gente começou a construir abrigos. Surgiram cidades, e vilas, e aldeias.

 

O mundo voltou a cantar. E tornaram a aparecer trovadores e malabaristas e alfaiates e sapateiros e pintores e poetas e escultores, e carpinteiros e soldados e soldados e soldados... e tenentes e capitães e generais e marechais e libertadores.

 

As pessoas foram viver para locais diferentes. Não levou muito tempo para que os que tinham ido para os vales desejassem ter ido viver para as montanhas. E os que tinham ido viver para as montanhas desejassem ter ido viver para os vales. E os libertadores, guiados por Deus, inflamaram os ânimos.

 

E voltou então outra vez a haver guerra no mundo. No mundo guerra, guerra, guerra, guerra...

 

Desta vez, a destruição foi total. A tal ponto que nada ficou no mundo a não ser um homem e uma mulher E UMA FLOR.

 

James Thurber, «Parábola em imagens»

 

 

 

 



Escrito por Rivaldo R.Ribeiro às 21h22
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EU FIZ DIFERENÇA

Eu fiz diferença

 

Esta é a história de um escritor que morava numa praia tranquila, junto a uma colônia de pescadores.

 

Todas as manhãs, ele passeava à beira-mar para buscar inspiração, e, à tarde, ficava em casa escrevendo.