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DOIS CAVALOS
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DOIS CAVALOS
Na estrada de minha casa há um pasto. Dois cavalos vivem lá. De longe, parecem cavalos como os outros cavalos, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego. Contudo, o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo - um cavalo mais jovem. Isso já é de se admirar. Se você ficar observando, ouvirá um sino. Procurando de onde vem o som, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor. Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele. Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo. E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára para que o outro possa alcançá-lo. E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo. Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.
Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas. Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.
E assim são os bons amigos. Você não precisa vê-los, mas eles estão lá.
Por favor, ouça o meu sino. Eu também ouvirei o seu.
Viva de maneira simples, Ame generosamente, Cuide com devoção, Fale com bondade.... E confie, deixando o resto para Deus...
Obs. texto enviado por email pelo Miguel
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Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 21h08
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A Depressão
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A Depressão
A depressão é uma doença afetiva, ou do humor onde há alteração psíquica e orgânica comprometendo o físico, os pensamentos e as emoções.
O afeto é responsável pelo significado sentimental de tudo aquilo que vivemos. Portanto, quanto mais consciente sentimos a vida menos complicações teremos no futuro.
Viver consciente é compreender e aceitar todos os acontecimentos presenciados pelo nosso Ser. Entretanto, nem sempre lembramos da nossa existência, principalmente antes dos três anos de idade, ou mesmo há pessoas que geralmente estão sobrecarregadas com tantos afazeres, que acabam não tendo tempo para resolver os próprios assuntos particulares.
Uma depressão é uma somatização dos fatos e acontecimentos do indivíduo, sendo que uma hora ou outra, haverá manifestação não só através da depressão, mas também de várias outras complicações.
A depressão pode ser dividida em 2 tipos:
1 - Típica: quando o indivíduo a manifesta com todos os sintomas emocionais típicos como a tristeza, o desinteresse, a apatia etc.
2 - Atípico: quando o indivíduo não percebe que está deprimido e não tem queixas como as pessoas do primeiro tipo. É o tipo durão, resistente.
Portanto, os depressivos atípicos acabam se achando apenas ansiosos e não depressivos.
Sintomas mais comuns da depressão
• humor deprimido: tristeza, desânimo, pensamentos negativos;
• falta de interesse pela vida, pelas pessoas, pelo trabalho, relacionamentos, etc.
• falta de energia: cansaço físico e mental;
• insônia ou excesso de sono;
• em casos mais avançados: aparecimento de idéias delirantes e mesmo alucinações.
Tratamento
Existem muitos tipos de tratamento para depressão. Muitos deles através de drogas químicas, ou métodos naturais como terapia convencional e alternativas.
O fator mais importante para a recuperação do depressivo é que ele(a) seja acolhido por pessoas que cultivem o amor incondicional e o não julgamento.
O melhor remédio para os seres humanos é a integração com os meios naturais de viver, o desapego dos padrões e valores sociais. Lembrem-se: quando morremos não levamos nada, apenas nossas experiências de vida.
Autora: Elaine Lilli Fong
Instituto União
http://www.institutouniao.com.br
Autorizado a reprodução em qualquer meio ou mídia desde que publicado na íntegra e com citação integral da fonte conforme o modelo acima.
Reflexão:
"O que você está se tornando é tão importante quanto aquilo que você está realizando |
Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 17h17
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ANDRÓIDES DO TEMPO.
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ANDRÓIDES DO TEMPO.
O mundo é assim mesmo...um desafio!
Eles sempre estão por ai... Mas são perdedores porque falta-lhes amor na vida, da vida.
Eles sofrem mais do que nós, porque não percebem as suas existências... São andróides do tempo...
Seus olhos não existem LUZ, são olhos de vidro direcionados e programados apenas para a corrupção e para o mal. Isso nunca levou ninguém a lugar nenhum, porque seus caminhos são escuros...
SINTONIZE COM A LUZ! |
Categoria: Pensamentos/Provérbios
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 22h58
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Exemplo...Doces Lembranças
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Esses poemas estão no link abaixo do meu amigo Amilton. Poemas, que como a mensagem anterior me remeteram a minha infância já perdida no tempo...
EXEMPLO Amilton Maciel Monteiro
Ah! Como sinto o peso da saudade De meus longínquos tempos de criança, Vividos na escassez, é bem verdade, Mas com imenso amor e confiança!
A gente era pobre, e a cidade Nem tinha luz ou mesmo a segurança De algum Doutor. Mas nessa realidade... Aquilo é um sonho em minha lembrança.
O importante é que então vivendo De modo simples, “remendando o pano”, Só com carinho a gente ia crescendo...
A grande fé em Deus nos consolava, Mudava em esperança o desengano... Tal o exemplo que mamãe nos dava!
DOCES LEMBRANÇAS Amilton Maciel Monteiro
A rua principal era uma antiga estrada Que conduzia ao Rio as produções paulistas. E em caminhões de carga xucros motoristas De quando em vez passavam em louca disparada.
Em meio a um poeirão, e à falta de outras pistas, A molecada armava ali sua pelada... E nos degraus de pedra, à beira da calçada, As moças fomentavam poses dos ciclistas...
A rua-estrada era o centro da cidade! Pois se alinhavam nela, a venda, o bar, a Igreja, A Santa Casa, a escola, o clube... e na verdade,
Casebres onde aranhas punham suas teias... E o saudoso “footing”? Por mais não seja, Me corta o coração por ter deixado Areias...
Clique para acessar a página do poeta
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Categoria: P O E M A S
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 20h38
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Meus oito anos-Casemiro de Abreu
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Foi nessa casinha que eu nasci. UBARANA-SP, abaixo um poema de Casimiro
de Abreu, quanta saudade!( Rivaldo)

Meus oito anos
Casemiro de Abreu
Oh ! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras,
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é - lago sereno,
O céu - um manto azulado,
O mundo - um sonho dourado,
A vida - um hino d'amor!
Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh ! dias da minha infância!
Oh ! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
- Pés descalços, braços nus -
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
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Categoria: P O E M A S
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 21h42
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ELEIÇÕES 2008. Currais eleitorais ficaram no século passado.
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ELEIÇÕES 2008. Currais eleitorais ficaram no século passado.
Rivaldo Roberto Ribeiro-Jose Bonifacio-SP
Nesse ano teremos eleições municipais, muitos as encaram de forma pequena: votam nos conhecidos, nos amigos, nos interesses próprios (Atitude insensata).
Imagine eu já ouvi alguém dizer que vai votar em determinado candidato porque o vizinho ou um desafeto qualquer é do outro lado. Qual lado? Isso não existe. Estamos todos no mesmo barco, agir dessa forma é acionar os REMOS de um lado só. Dessa forma o barco fica dando voltas sem destino algum...
Temos que ter uma referencia quase visionaria, e ao depositar o nosso voto na urna, depositar também sonhos coletivos para o bem de todos. Olhe para a pequena criança que está ai do seu lado, pois as principais conseqüências dos nossos erros e acertos e nessa criança que vai se concretizar. Pense muito nisso!! Quanto as rivalidades você deixa para os néscios.
Cadê a nossa ideologia? A construção do nosso futuro? Dessa forma estaremos colocando nas costas dos desafetos a responsabilidade do que possa acontecer, entretanto meus amigos os desafetos nunca vão resolver os nossos problemas, pelo contrario.
Mantenha seu principal foco nos candidatos, examine a sua consciência e não se deixe levar por outras opiniões e indicações. O tempo dos currais eleitorais ficou no século passado...
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Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 14h48
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Saiba quem foi IRENA SENDLER
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Saiba quem foi IRENA SENDLER, a polonesa que salvou 2.500 criancas judias do holocausto.
 Conheça mais sobre Irena Sendler
Irena Sendler sempre foi uma heroína desconhecida fora de Polônia, e reconhecida no seu país apenas por alguns historiadores, já que o regime comunista apagou a sua façanha dos livros de oficiais da escola. Em 1999, a sua história começou a ser divulgada graças a um grupo de alunos de um Instituto de Kansas que produziu um trabalho de final de curso sobre os heróis do Holocausto. Na pesquisa, receberam poucas referências sobre Irena, mas um dado surpreendeu: ela tinha salvo a vida de 2.500 crianças. A maior surpresa chegou quando, após buscar o túmulo de Irena, descobriram que ele não existia porque… Irena ainda estava viva ! Hoje, com 97 anos, ela reside em um asilo do centro de Varsóvia, em um quarto onde nunca faltam flores e cartões de agradecimento, do mundo inteiro.
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"Irena Sendler é uma heroína cuja candidatura ao Prêmio Nobel da Paz é totalmente justificada"
Presidente polonês Lech Kaczynski ***
Quando a Alemanha invadiu a Polônia, em 1939, Irena era enfermeira no Departamento de Bem-estar Social de Varsóvia, era responsável pelas salas de jantar comunitárias da cidade. Em 1942, os nazistas criaram um gueto em Varsóvia e Irena, horrorizada pelas condições do local, se uniu ao "Conselho para ajuda aos judeus". Conseguiu identificações da oficina sanitária, sendo que uma das tarefas era a luta contra as doenças contagiosas. Como os nazistas tinham medo de que se desencadeasse uma epidemia de tifo, aceitavam que os poloneses controlassem o lugar. Logo entrou em contato com as famílias às quais oferecia levar os filhos com ela para fora do gueto. Mas não podia dar garantias de sucesso. As mães e as avós não queriam separar-se de filhos e netos e ela tinha que responder a seguinte pergunta: "Pode prometer que meu filho viverá?..." A única coisa certa era de que as crianças morreriam se permanecessem ali. De todo o processo, o mais difícil era o momento da separação. Algumas vezes, quando Irena ou suas companheiras tornavam a visitar as famílias para tentar fazê-las mudar de opinião, ficava sabendo que todos tinham sido levados no trem que os conduziria aos campos de extermínio. Cada vez que isso acontecia, ela lutava com mais força.
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"Não se plantam sementes de comida. Plantam-se sementes de bondade. Tratem de fazer um circulo de bondade, este os rodearão e farão crescer mais e mais"
Irena Sendler
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Começou a tirá-los em ambulâncias como vítimas de tifo, mas logo a seguir se valeu de tudo o que estivesse ao seu alcance para escondê-los e tirá-los dali: cestos de lixo, caixas de ferramentas, carregamentos de mercadorias, sacos de batatas... Nas suas mãos, qualquer coisa se transformava em uma via de escape. Conseguiu recrutar ao menos uma pessoa de cada um dos dez centros do Departamento de Bem-estar Social. Com a ajuda, elaborou centros de documentos falsos, dando identidade temporária aos judeus. Irena vivia os tempos da guerra pensando nos tempos da paz. Queria que um dia eles pudessem recuperar seus verdadeiros nomes, sua identidade, suas histórias pessoais, suas famílias... Foi quando inventou um arquivo que registrava os nomes das crianças e suas novas identidades. Anotava os dados em pedaços pequenos de papel que enterrava, dentro de potes de conserva, debaixo de uma árvore de maçãs, no jardim do vizinho. Guardava, sem que ninguém suspeitasse, o passado de 2.500 judeus... até que os nazistas fossem embora.
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Irena salvou 2.500 judeus. Há anos vive em uma cadeira de rodas por causa das lesões causadas por torturas impostas pela Gestapo. Não se considera uma heroína. Nunca reivindicou crédito algum pelas suas ações. "Eu poderia ter feito mais...", lamenta
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Um dia, os nazistas souberam das suas atividades. No dia 20 de outubro de 1943, Irena foi detida pela Gestapo e levada à prisão de Pawiak, onde foi brutalmente torturada. Irena era a única que sabia os nomes e onde se encontravam as famílias que abrigavam os judeus. Ela suportou a tortura e se recusou a trair seus colaboradores e a qualquer uma das crianças. Quebraram-lhe os pés e as pernas. Mas ninguém conseguiu romper a sua vontade. Foi sentenciada à morte. Uma sentença que nunca chegou a se cumprir porque a caminho do lugar da execução, o soldado que a levava a deixou escapar. A resistência o tinha subornado porque não queriam que Irena morresse com o segredo da localização dos meninos. Oficialmente ela constava nas listas dos executados. A partir de então, continuou trabalhando, mas com identidade falsa.
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"Peço a todas as pessoas de boa vontade que tenham amor, tolerância e paz, não apenas em tempo de guerra, mas também em tempo de paz"
Irena Sendler
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No final da guerra, ela mesmo desenterrou os vidros de conserva e fez uso das anotações para encontrar os 2.500 nomes. A maioria tinha perdido as suas famílias nos campos de concentração. As crianças só a conheciam pelo apelido: "Jolanta". Anos mais tarde, quando a sua história foi publicada em um jornal junto com suas fotos, diversas pessoas começaram a chamá-la para dizer: "lembro de seu rosto... sou um daqueles judeus, lhe devo a minha vida, meu futuro, e gostaria de vê-la!". Seu pai, um médico que faleceu de tifo quando ela ainda era pequena, lhe fez memorizar o seguinte: "Ajude sempre quem estiver se afogando, sem levar em conta a sua religião ou nacionalidade. Ajudar cada dia alguém tem de ser uma necessidade que saia do coração". Irena vive anos em uma cadeira de rodas por causa das lesões causadas por torturas impostas pela Gestapo. Não se considera uma heroína. Nunca reivindicou crédito algum pelas suas ações. "Poderia ter feito mais", responde sempre que se lhe pergunta sobre o tema. "Este lamento me acompanhará ate o dia de minha morte!"
Tradução do Espanhol by Manuel Franco del Castillo
Fonte: Jornal Alef, edição 1157.
Comitê Israelita do Amazonas
Obs. Irena Sendler morreu no dia 12/05/2008
Folha On-Line/mundo/
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Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 02h14
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O MEU AMIGO OSCAR.
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O MEU AMIGO OSCAR.
Rivaldo Roberto Ribeiro
Oi!
Tudo bem? 
Eu tenho um amigo, o Oscar, nunca poderia de deixar de escrever sobre ele. É uma pessoa simples, a sua vidinha se resume em andar pelas ruas com sua bengala, receber a aposentadoria, e sorrir por qualquer coisa...
Eu tenho a honra de ser visitado por ele todas as manhãs no meu trabalho, na hora certinha o Oscar aparece, com o polegar ele faz sinal de positivo. Por causa das dificuldades com a fala pronuncia alguma coisa que às vezes não compreendo, mas damos nossas risadas juntos, eu o considero um dos meus melhores e verdadeiros amigo.
Outro dia ele mostrou um sapato novo que havia comprado, estava muito feliz por isso..
Depois de contar um pouquinho sobre a sua vida, ele se despede, pronunciando a palavra: falou!... E vai embora... Como se tivesse cumprido uma tarefa.
Ele Fica feliz por me ver... Outro dia eu sai de férias... O pessoal disse que quase todos os dias ele perguntava o dia da minha volta..
Pois é, com suas limitações mental e física, ele se mostra feliz, digno, e fiel as suas amizades.
Nós que nos julgamos inteligentes, conhecemos as coisas do mundo, os perigos, vaidades, orgulho, disputas por uma cadeira... Por uma cadeira! Aquelas cadeiras que tem o poder de transformar uma pessoa honesta em... Vocês sabem! Somos felizes?
Quem sabe se fossemos um pouquinho igual ao Oscar, mais humanos como ele, nos faria muito bem...
Infelizmente o seu problema de saúde piorou, suas pernas estão fracas, com desgastes nos joelhos e nos quadris, agora caminha com a ajuda de um andador, imaginem mesmo assim apareceu feliz para mostrar a mim o novo aparelho, disse que seu médico o instruiu a ficar em casa, mas ele se recusa alegando que dessa forma a doença avança.
Tomara que um dia se ele não conseguir mais andar, o meu individualismo fale mais alto e impeça de chegar a minha vez de visitá-lo... Tomara!
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Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 23h18
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O cumprimento das leis e normas, muitas vezes exige bom senso de quem as executa.
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O cumprimento das leis e normas, muitas vezes exige bom senso de quem as executa.
(Rivaldo Roberto Ribeiro-Jose Bonifacio-SP)
Hoje lembrei-me de uma entrevista do então governador de São Paulo Franco Montoro na Radio Bandeirantes, não me lembro o ano, ele falava do bom senso que um juiz deve ter quando julga um delito, ou a qualquer um de nós na interpretação de tantas normas que nos cercam a vida.
A historinha que ele contou para elucidar essa questão foi essa:
-No portão de um parque havia uma placa proibindo a entrada de cães, quando apareceu um homem com um urso e o porteiro impediu a sua entrada, mas o homem inconformado alegou que na placa havia a proibição apenas de cães não de ursos. O porteiro insistiu que aquele urso também não podia entrar porque causaria o mesmo dano que um cão ou mais...
Pois bem! Logo em seguida apareceu uma velha senhora acompanhada de um pequeno cãozinho inofensivo, e o sábio porteiro a permitiu que entrasse no parque, “infligindo” aquela norma da proibição de entrada de cães. Porque soube interpretar bem o que significava a razão daquela lei, não era simplesmente a proibição de cães, mas o perigo que eles representavam.
Pois aquele cãozinho não causaria nenhum dano dentro do parque, nunca atacaria alguém, apenas servia de entretenimento para as crianças.
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Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 19h02
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RESPEITO
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RESPEITO
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram escolher as disciplinas.
O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída. E assim foi feito. Incluíram tudo, mas... cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos. O Coelho foi magnífico na corrida. Ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa, Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"... coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também. O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.
SABE DE UMA COISA?
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades. Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem... e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.
“RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO! "
EMAIL : Meire Michelin 150608(Autor não foi citado) |
Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 23h01
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FÁBULA DA GALINHA VERMELHA
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Leiam e reflitam...
FÁBULA DA GALINHA VERMELHA Esta estorinha ficou mais conhecida quando foi divulgada por Ronald Reagan, nos anos 70, quando o presidente reduziu a carga tributária e conseguiu aumentar a arrecadação nos EUA. É a estória de uma galinha vermelha que achou alguns grãos de trigo e disse a seus vizinhos: - Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a plantá-lo?' - Eu não - disse a vaca. - Nem eu - emendou o pato. - Eu também não - falou o porco. - Eu muito menos - completou o ganso. - Então eu mesma planto - disse a galinha vermelha. E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados. Foi em vão, também, pedir a ajuda de qualquer um deles para carpir e cuidar da lavoura. Mas ela mourejou no cabo da enxada e o trigo creceu e se tornou um lençol dourado. - Quem vai me ajudar a colher o trigo? - quis saber a galinha. - Eu não - disse o pato. - Não faz parte de minhas funções - disse o porco. - Não depois de tantos anos de serviço - exclamou a vaca.
- Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego - disse o ganso. - Então eu mesma colho - falou a galinha, e colheu todo o trigo ela mesma. Finalmente, chegou a hora de preparar o pão. - Quem vai me ajudar a assar o pão? - indagou a galinha vermelha. - Só se me pagarem hora extra - falou a vaca. - Eu não posso por em risco meu auxílio-doença - emendou o pato. - Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão - disse o porco. - Caso só eu ajude, é discriminação - resmungou o ganso. - Então eu mesma faço - exclamou a pequena galinha vermelha. Ela assou cinco belos pães e os pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem ver. De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço. Mas a galinha simplesmente disse: - Não, eu vou comer os cinco pães sozinha. - Lucros excessivos! - gritou a vaca. - Sanguessuga capitalista! - exclamou o pato. - Eu exijo direitos iguais e justiça social! - bradou o ganso. O porco, esse só grunhiu. Eles pintaram faixas e cartazes dizendo 'Injustiça' e marcharam em protesto contra a galinha, gritando obscenidades. Quando um agente do governo chegou, disse à galinhazinha vermelha:
- Você não pode ser assim egoísta. - Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor - defendeu-se a galinha. - Exatamente - disse o funcionário do governo - essa é a beleza da livre empresa... Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser. Mas sob nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não fazem nada. E todos viveram felizes para sempre, inclusive a pequena galinha vermelha, que sorriu e cacarejou: 'eu estou grata', 'eu estou grata'. Mas os vizinhos sempre perguntavam por que a galinha, desde então, nunca mais fez nada mais... Nem mesmo um simples pão.
Autor desconhecido. Esse texto eu recebi por email de um internauta amigo, Amilton. |
Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 00h49
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QUATRO "ERRES" CONTRA O CONSUMISMO
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QUATRO "ERRES" CONTRA O CONSUMISMO LEONARDO BOFF
A fome é uma constante em todas as sociedades históricas. Hoje, entretanto, ela assume dimensões vergonhosas e simplesmente cruéis. Revela uma humanidade que perdeu a compaixão e a piedade. Erradicar a fome é um imperativo humanístico, ético, social e ambiental. Uma pré-condição mais imediata e possível de ser posta logo em prática é um novo padrão de consumo.
A sociedade dominante é notoriamente consumista. Dá centralidade ao consumo privado, sem auto-limite, como objetivo da própria sociedade e da vida das pessoas. Consome não apenas o necessário, o que é justificável, mas o supérfluo, o que questionável. Esse consumismo só é possível porque as políticas econômicas que produzem os bens supérfluos são continuamente alimentadas, apoiadas e justificadas. Grande parte da produção se destina a gerar o que, na realidade, não precisamos para viver decentemente.
Como se trata do supérfluo, recorrem-se a mecanismos de propaganda, de marketing e de persuasão para induzir as pessoas a consumir e a fazê-las crer que o supérfluo é necessário e fonte secreta da felicidade.
O fundamental para este tipo de marketing é criar hábitos nos consumidores a tal ponto que se crie neles uma cultura consumista e a necessidade imperiosa de consumir. Mais e mais se suscitam necessidades artificiais e em função delas se monta a engrenagem da produção e da distribuição. As necessidades são ilimitadas, por estarem ancoradas no desejo que, por natureza, é ilimitado. Em razão disso, a produção tende a ser também ilimitada. Surge então uma sociedade, já denunciada por Marx, marcada por fetiches, abarrotada de bens supérfluos, pontilhada de shoppings, verdadeiros santuários do consumo, com altares cheios de ídolos milagreiros, mas ídolos, e, no termo, uma sociedade insatisfeita e vazia porque nada a sacia. Por isso, o consumo é crescente e nervoso, sem sabermos até quando a Terra finita agüentara essa exploração infinita de seus recursos.
Não causa espanto o fato de o Presidente Bush conclamar a população para consumir mais e mais e assim salvar a economia em crise, lógico, à custa da sustentabilidade do planeta e de seus ecossistemas. Contra isso, cabe recordar as palavras de Robert Kennedy, em 18 de março de 1968: "Não encontraremos um ideal para a nação nem uma satisfação pessoal na mera acumulação e no mero consumo de bens materiais. O PIB não contempla a beleza de nossa poesia, nem a solidez dos valores familiares, não mede nossa argúcia, nem a nossa coragem, nem a nossa compaixão, nem a nossa devoção à pátria. Mede tudo menos aquilo que torna a vida verdadeiramente digna de ser vivida". Três meses depois foi assassinado.
Para enfrentar o consumismo urge sermos conscientemente anti-cultura vigente. Há que se incorporar na vida cotidiana os quatro "erres" principais: reduzir os objetos de consumo, reutilizar os que já temos usado, reciclar os produtos dando-lhes outro fim e finalmente rejeitar o que é oferecido pelo marketing com fúria ou sutilmente para ser consumido.
Sem este espírito de rebeldia conseqüente contra todo tipo de manipulação do desejo e com a vontade de seguir outros caminhos ditados pela moderação, pela justa medida e pelo consumo responsável e solidário, corremos o risco de cairmos nas insídias do consumismo, aumentando o número de famintos e empobrecendo o planeta já devastado.
Nota do Marcos Arruda: Acrescento um quinto R, o de respeitar a VIDA e a mãe-Natureza: este é o valor de fundo de um modo de consumir sustentável e solidário.
Obs. Esse texto foi enviado pela amiga Marina Rivero - RS |
Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 23h05
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O coração tem razões...
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O coração tem razões...
SUSAN ANDREWS
VOCÊ SE LEMBRA DAQUELA TOCANTE HISTÓRIA DO LIVRO O PEQUENO PRÍNCIPE?
Bom, existe uma história mais tocante ainda que aconteceu de fato com o criador do Pequeno Príncipe, o escritor francês Antoine de St. Exupéry.
Poucas pessoas sabem que ele lutou na Guerra Civil Espanhola, quando foi capturado pelo inimigo e levado ao cárcere para ser executado no dia seguinte.
Nervoso, ele procurou em sua bolsa um cigarro, e achou um, mas suas mãos estavam tremendo tanto que ele não podia nem mesmo levá-lo à boca.
Procurou fósforos, mas não tinha, porque os soldados haviam tirado todos os fósforos de sua bolsa.
Ele olhou então para o carcereiro e disse: "Por favor, usted tiene fósforo?".
O carcereiro olhou para ele e chegou perto para acender seu cigarro.
Naquela fração de segundo, seus olhos se encontraram, e St. Exupéry sorriu.
Depois ele disse que não sabia por que sorriu, mas pode ser que quando se chega perto de outro ser humano seja difícil não sorrir.
Naquele instante, uma chama pulou no espaço entre o coração dos dois homens e gerou um sorriso no rosto do carcereiro também.
Ele acendeu o cigarro de St. Exupéry e ficou perto, olhando diretamente em seus olhos, e continuou sorrindo.
St. Exupéry também continuou sorrindo para ele, vendo-o agora como pessoa, e não como carcereiro.
Parece que o carcereiro também começou a olhar St. Exupéry como pessoa, porque lhe perguntou: "Você tem filhos?".
"Sim", St. Exupéry respondeu, e tirou da bolsa fotos de seus filhos. O carcereiro mostrou fotos de seus filhos também, e contou todos os seus planos e esperanças para o futuro deles. Os olhos de St. Exupéry se encheram de lágrimas quando disse que não tinha mais planos, porque ele jamais os veria de novo. Os olhos do carcereiro se encheram de lágrimas também.
E de repente, sem nenhuma palavra, ele abriu a cela e guiou St. Exupéry para fora do cárcere, através das sinuosas ruas, para fora da cidade, e o libertou. Sem nenhuma palavra, o carcereiro deu meia-volta e retornou por onde veio. St. Exupéry disse: "Minha vida foi salva por um sorriso do coração".
O que foi aquela "chama" que pulou entre o coração desses dois homens? Isso tem sido tema de intensa pesquisa atualmente, na medida em que os cientistas estão se dando conta de que o coração não é meramente uma bomba mecânica, mas um sofisticado sistema para receber e processar informações.
De fato, o coração envia mais mensagens ao cérebro que o cérebro envia ao coração!
Como disse o filósofo francês Blaise Pascal: "O coração tem razões que a própria razão desconhece".
Estados emocionais negativos, como raiva ou frustração, geram ondas eletromagnéticas totalmente caóticas do coração, como se estivéssemos pisando no acelerador e no breque simultaneamente.
Esse estado de batimentos desordenados é chamado de "incoerência cardíaca" e está ligado a doença cardíaca, envelhecimento precoce, câncer e morte prematura.
Em estados de amor ou gratidão, nosso batimento cardíaco torna-se "coerente". Isso diminui a secreção dos hormônios do estresse, reduz a depressão, hipertensão e insônia, melhora o sistema imune e aumenta a clareza mental.
Essa é uma das razões pelas quais tem sido provado que as emoções positivas estão associadas à boa saúde física e mental - e à longevidade.
Essa irradiação coerente do coração - essa "chama" de genuína afeição - pode afetar pessoas a uma distância de até 5 metros!
Logo, na próxima vez em que você estiver numa situação difícil, respire profundamente, lembre-se de St. Exupéry e do Pequeno Príncipe e irradie a energia de seu coração. Como o Pequeno Príncipe nos lembrou, "somente com o coração podemos ver com clareza".
Esse texto eu recebi num email de duas amigas Regina e Fatima
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Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 00h16
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VIRUS? DEFENDA-SE
VÍRUS? DEFENDA-SE!
Endereço do catalogo de fraudes/armadilhas na internet, que tambem estara nos links desse blog.
http://www.rnp.br/cais/fraudes.php
Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 22h12
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AS ABELHAS E AS MONOCULTURAS.
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AS ABELHAS E AS MONOCULTURAS.

RIVALDO R.RIBEIRO-JOSE BONIFÁCIO-SP
Olhando a vastidão dos canaviais a perder de vista: poucas arvores, uniformidade desértica verde, em terras que já foram produtoras de alimentos onde havia várias espécies de animais e insetos importantes, podemos citar como exemplo as abelhas, um inseto que será impossível a sua manifestação nestas áreas, pois não haverá água, mel (néctar) e pólen das flores onde se encontram os nutrientes para sua sobrevivência ou locais para que o enxame se aloje, dessa forma prejudicando a produção de mel silvestre e a polinização das plantas se existirem! Leva-me a reflexões de uma espécie de apocalipse.
"Olhem as abelhas, se elas sumirem a humanidade tem um máximo de quatro anos de sobrevida, pois não haverá plantas e nem animais, a polinização é a grande responsável pela produção de alimentos". Albert Einstein
VEJAM BLOG http://aldeia.mundus.zip.net
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Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 23h05
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Cuidados preventivos com os politicos..
Cuidados preventivos com os politicos...
Já está chegando o momento de nós, o povo, começar analisar alguns atos simpáticos repentinos....Nunca sao verdadeiros.

Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 01h55
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