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O cumprimento das leis e normas, muitas vezes exige bom senso de quem as executa.
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O cumprimento das leis e normas, muitas vezes exige bom senso de quem as executa.
(Rivaldo Roberto Ribeiro-Jose Bonifacio-SP)
Hoje lembrei-me de uma entrevista do então governador de São Paulo Franco Montoro na Radio Bandeirantes, não me lembro o ano, ele falava do bom senso que um juiz deve ter quando julga um delito, ou a qualquer um de nós na interpretação de tantas normas que nos cercam a vida.
A historinha que ele contou para elucidar essa questão foi essa:
-No portão de um parque havia uma placa proibindo a entrada de cães, quando apareceu um homem com um urso e o porteiro impediu a sua entrada, mas o homem inconformado alegou que na placa havia a proibição apenas de cães não de ursos. O porteiro insistiu que aquele urso também não podia entrar porque causaria o mesmo dano que um cão ou mais...
Pois bem! Logo em seguida apareceu uma velha senhora acompanhada de um pequeno cãozinho inofensivo, e o sábio porteiro a permitiu que entrasse no parque, “infligindo” aquela norma da proibição de entrada de cães. Porque soube interpretar bem o que significava a razão daquela lei, não era simplesmente a proibição de cães, mas o perigo que eles representavam.
Pois aquele cãozinho não causaria nenhum dano dentro do parque, nunca atacaria alguém, apenas servia de entretenimento para as crianças.
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Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 19h02
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RESPEITO
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RESPEITO
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram escolher as disciplinas.
O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída. E assim foi feito. Incluíram tudo, mas... cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos. O Coelho foi magnífico na corrida. Ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa, Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"... coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também. O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.
SABE DE UMA COISA?
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades. Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem... e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.
“RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO! "
EMAIL : Meire Michelin 150608(Autor não foi citado) |
Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 23h01
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FÁBULA DA GALINHA VERMELHA
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Leiam e reflitam...
FÁBULA DA GALINHA VERMELHA Esta estorinha ficou mais conhecida quando foi divulgada por Ronald Reagan, nos anos 70, quando o presidente reduziu a carga tributária e conseguiu aumentar a arrecadação nos EUA. É a estória de uma galinha vermelha que achou alguns grãos de trigo e disse a seus vizinhos: - Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a plantá-lo?' - Eu não - disse a vaca. - Nem eu - emendou o pato. - Eu também não - falou o porco. - Eu muito menos - completou o ganso. - Então eu mesma planto - disse a galinha vermelha. E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados. Foi em vão, também, pedir a ajuda de qualquer um deles para carpir e cuidar da lavoura. Mas ela mourejou no cabo da enxada e o trigo creceu e se tornou um lençol dourado. - Quem vai me ajudar a colher o trigo? - quis saber a galinha. - Eu não - disse o pato. - Não faz parte de minhas funções - disse o porco. - Não depois de tantos anos de serviço - exclamou a vaca.
- Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego - disse o ganso. - Então eu mesma colho - falou a galinha, e colheu todo o trigo ela mesma. Finalmente, chegou a hora de preparar o pão. - Quem vai me ajudar a assar o pão? - indagou a galinha vermelha. - Só se me pagarem hora extra - falou a vaca. - Eu não posso por em risco meu auxílio-doença - emendou o pato. - Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão - disse o porco. - Caso só eu ajude, é discriminação - resmungou o ganso. - Então eu mesma faço - exclamou a pequena galinha vermelha. Ela assou cinco belos pães e os pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem ver. De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço. Mas a galinha simplesmente disse: - Não, eu vou comer os cinco pães sozinha. - Lucros excessivos! - gritou a vaca. - Sanguessuga capitalista! - exclamou o pato. - Eu exijo direitos iguais e justiça social! - bradou o ganso. O porco, esse só grunhiu. Eles pintaram faixas e cartazes dizendo 'Injustiça' e marcharam em protesto contra a galinha, gritando obscenidades. Quando um agente do governo chegou, disse à galinhazinha vermelha:
- Você não pode ser assim egoísta. - Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor - defendeu-se a galinha. - Exatamente - disse o funcionário do governo - essa é a beleza da livre empresa... Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser. Mas sob nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não fazem nada. E todos viveram felizes para sempre, inclusive a pequena galinha vermelha, que sorriu e cacarejou: 'eu estou grata', 'eu estou grata'. Mas os vizinhos sempre perguntavam por que a galinha, desde então, nunca mais fez nada mais... Nem mesmo um simples pão.
Autor desconhecido. Esse texto eu recebi por email de um internauta amigo, Amilton. |
Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 00h49
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QUATRO "ERRES" CONTRA O CONSUMISMO
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QUATRO "ERRES" CONTRA O CONSUMISMO LEONARDO BOFF
A fome é uma constante em todas as sociedades históricas. Hoje, entretanto, ela assume dimensões vergonhosas e simplesmente cruéis. Revela uma humanidade que perdeu a compaixão e a piedade. Erradicar a fome é um imperativo humanístico, ético, social e ambiental. Uma pré-condição mais imediata e possível de ser posta logo em prática é um novo padrão de consumo.
A sociedade dominante é notoriamente consumista. Dá centralidade ao consumo privado, sem auto-limite, como objetivo da própria sociedade e da vida das pessoas. Consome não apenas o necessário, o que é justificável, mas o supérfluo, o que questionável. Esse consumismo só é possível porque as políticas econômicas que produzem os bens supérfluos são continuamente alimentadas, apoiadas e justificadas. Grande parte da produção se destina a gerar o que, na realidade, não precisamos para viver decentemente.
Como se trata do supérfluo, recorrem-se a mecanismos de propaganda, de marketing e de persuasão para induzir as pessoas a consumir e a fazê-las crer que o supérfluo é necessário e fonte secreta da felicidade.
O fundamental para este tipo de marketing é criar hábitos nos consumidores a tal ponto que se crie neles uma cultura consumista e a necessidade imperiosa de consumir. Mais e mais se suscitam necessidades artificiais e em função delas se monta a engrenagem da produção e da distribuição. As necessidades são ilimitadas, por estarem ancoradas no desejo que, por natureza, é ilimitado. Em razão disso, a produção tende a ser também ilimitada. Surge então uma sociedade, já denunciada por Marx, marcada por fetiches, abarrotada de bens supérfluos, pontilhada de shoppings, verdadeiros santuários do consumo, com altares cheios de ídolos milagreiros, mas ídolos, e, no termo, uma sociedade insatisfeita e vazia porque nada a sacia. Por isso, o consumo é crescente e nervoso, sem sabermos até quando a Terra finita agüentara essa exploração infinita de seus recursos.
Não causa espanto o fato de o Presidente Bush conclamar a população para consumir mais e mais e assim salvar a economia em crise, lógico, à custa da sustentabilidade do planeta e de seus ecossistemas. Contra isso, cabe recordar as palavras de Robert Kennedy, em 18 de março de 1968: "Não encontraremos um ideal para a nação nem uma satisfação pessoal na mera acumulação e no mero consumo de bens materiais. O PIB não contempla a beleza de nossa poesia, nem a solidez dos valores familiares, não mede nossa argúcia, nem a nossa coragem, nem a nossa compaixão, nem a nossa devoção à pátria. Mede tudo menos aquilo que torna a vida verdadeiramente digna de ser vivida". Três meses depois foi assassinado.
Para enfrentar o consumismo urge sermos conscientemente anti-cultura vigente. Há que se incorporar na vida cotidiana os quatro "erres" principais: reduzir os objetos de consumo, reutilizar os que já temos usado, reciclar os produtos dando-lhes outro fim e finalmente rejeitar o que é oferecido pelo marketing com fúria ou sutilmente para ser consumido.
Sem este espírito de rebeldia conseqüente contra todo tipo de manipulação do desejo e com a vontade de seguir outros caminhos ditados pela moderação, pela justa medida e pelo consumo responsável e solidário, corremos o risco de cairmos nas insídias do consumismo, aumentando o número de famintos e empobrecendo o planeta já devastado.
Nota do Marcos Arruda: Acrescento um quinto R, o de respeitar a VIDA e a mãe-Natureza: este é o valor de fundo de um modo de consumir sustentável e solidário.
Obs. Esse texto foi enviado pela amiga Marina Rivero - RS |
Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 23h05
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O coração tem razões...
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O coração tem razões...
SUSAN ANDREWS
VOCÊ SE LEMBRA DAQUELA TOCANTE HISTÓRIA DO LIVRO O PEQUENO PRÍNCIPE?
Bom, existe uma história mais tocante ainda que aconteceu de fato com o criador do Pequeno Príncipe, o escritor francês Antoine de St. Exupéry.
Poucas pessoas sabem que ele lutou na Guerra Civil Espanhola, quando foi capturado pelo inimigo e levado ao cárcere para ser executado no dia seguinte.
Nervoso, ele procurou em sua bolsa um cigarro, e achou um, mas suas mãos estavam tremendo tanto que ele não podia nem mesmo levá-lo à boca.
Procurou fósforos, mas não tinha, porque os soldados haviam tirado todos os fósforos de sua bolsa.
Ele olhou então para o carcereiro e disse: "Por favor, usted tiene fósforo?".
O carcereiro olhou para ele e chegou perto para acender seu cigarro.
Naquela fração de segundo, seus olhos se encontraram, e St. Exupéry sorriu.
Depois ele disse que não sabia por que sorriu, mas pode ser que quando se chega perto de outro ser humano seja difícil não sorrir.
Naquele instante, uma chama pulou no espaço entre o coração dos dois homens e gerou um sorriso no rosto do carcereiro também.
Ele acendeu o cigarro de St. Exupéry e ficou perto, olhando diretamente em seus olhos, e continuou sorrindo.
St. Exupéry também continuou sorrindo para ele, vendo-o agora como pessoa, e não como carcereiro.
Parece que o carcereiro também começou a olhar St. Exupéry como pessoa, porque lhe perguntou: "Você tem filhos?".
"Sim", St. Exupéry respondeu, e tirou da bolsa fotos de seus filhos. O carcereiro mostrou fotos de seus filhos também, e contou todos os seus planos e esperanças para o futuro deles. Os olhos de St. Exupéry se encheram de lágrimas quando disse que não tinha mais planos, porque ele jamais os veria de novo. Os olhos do carcereiro se encheram de lágrimas também.
E de repente, sem nenhuma palavra, ele abriu a cela e guiou St. Exupéry para fora do cárcere, através das sinuosas ruas, para fora da cidade, e o libertou. Sem nenhuma palavra, o carcereiro deu meia-volta e retornou por onde veio. St. Exupéry disse: "Minha vida foi salva por um sorriso do coração".
O que foi aquela "chama" que pulou entre o coração desses dois homens? Isso tem sido tema de intensa pesquisa atualmente, na medida em que os cientistas estão se dando conta de que o coração não é meramente uma bomba mecânica, mas um sofisticado sistema para receber e processar informações.
De fato, o coração envia mais mensagens ao cérebro que o cérebro envia ao coração!
Como disse o filósofo francês Blaise Pascal: "O coração tem razões que a própria razão desconhece".
Estados emocionais negativos, como raiva ou frustração, geram ondas eletromagnéticas totalmente caóticas do coração, como se estivéssemos pisando no acelerador e no breque simultaneamente.
Esse estado de batimentos desordenados é chamado de "incoerência cardíaca" e está ligado a doença cardíaca, envelhecimento precoce, câncer e morte prematura.
Em estados de amor ou gratidão, nosso batimento cardíaco torna-se "coerente". Isso diminui a secreção dos hormônios do estresse, reduz a depressão, hipertensão e insônia, melhora o sistema imune e aumenta a clareza mental.
Essa é uma das razões pelas quais tem sido provado que as emoções positivas estão associadas à boa saúde física e mental - e à longevidade.
Essa irradiação coerente do coração - essa "chama" de genuína afeição - pode afetar pessoas a uma distância de até 5 metros!
Logo, na próxima vez em que você estiver numa situação difícil, respire profundamente, lembre-se de St. Exupéry e do Pequeno Príncipe e irradie a energia de seu coração. Como o Pequeno Príncipe nos lembrou, "somente com o coração podemos ver com clareza".
Esse texto eu recebi num email de duas amigas Regina e Fatima
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Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 00h16
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VIRUS? DEFENDA-SE
VÍRUS? DEFENDA-SE!
Endereço do catalogo de fraudes/armadilhas na internet, que tambem estara nos links desse blog.
http://www.rnp.br/cais/fraudes.php
Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 22h12
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AS ABELHAS E AS MONOCULTURAS.
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AS ABELHAS E AS MONOCULTURAS.

RIVALDO R.RIBEIRO-JOSE BONIFÁCIO-SP
Olhando a vastidão dos canaviais a perder de vista: poucas arvores, uniformidade desértica verde, em terras que já foram produtoras de alimentos onde havia várias espécies de animais e insetos importantes, podemos citar como exemplo as abelhas, um inseto que será impossível a sua manifestação nestas áreas, pois não haverá água, mel (néctar) e pólen das flores onde se encontram os nutrientes para sua sobrevivência ou locais para que o enxame se aloje, dessa forma prejudicando a produção de mel silvestre e a polinização das plantas se existirem! Leva-me a reflexões de uma espécie de apocalipse.
"Olhem as abelhas, se elas sumirem a humanidade tem um máximo de quatro anos de sobrevida, pois não haverá plantas e nem animais, a polinização é a grande responsável pela produção de alimentos". Albert Einstein
VEJAM BLOG http://aldeia.mundus.zip.net
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Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 23h05
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Cuidados preventivos com os politicos..
Cuidados preventivos com os politicos...
Já está chegando o momento de nós, o povo, começar analisar alguns atos simpáticos repentinos....Nunca sao verdadeiros.

Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 01h55
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As formigas são traiçoeiras e corruptas, diz estudo.
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As formigas são traiçoeiras e corruptas, diz estudo.
Vocês conhecem uma sociedade parecida?
(Rivaldo Roberto Ribeiro-José Bonifácio-SP)
Eu fui criado na zona rural e tinha um verdadeiro fascínio pelas formigas.
Sempre acompanhava seus movimentos com suas filinhas indiana, na busca de alimentos ou mudando de endereço.
E muitas vezes elas travavam verdadeiras guerras entre outras espécies de formigas, eram batalhas violentas que deixavam muitas mutiladas, sem pernas, sem cabeça, e no final era um verdadeiro amontoado de formigas feridas, muitas delas sendo levadas pelas inimigas provavelmente para servirem de alimentos aos filhotes. Portanto elas são canibais.
Mas entre a mesma espécie, eu nunca tinha ouvido ou visto que seriam desonestas dentro da sua própria comunidade. Contudo em sempre notava uma semelhança com a sociedade humana, mas as admirava considerando melhores do que nós, porque são prestativas, companheiras, ordeiras, suas funções são bem distribuídas, não são egoístas, enfim uma verdadeira sociedade utópica de colaboração umas com as outras.
Eu qualificava os formigueiros como cidades ou paises, colocando nome em cada um que encontrava pelo quintal. E isso nos ajudava em geografia, pois os nomes escolhidos encontravam-mos no mapa do livro escolar.
Minha irmã mais nova também tinha suas cidades de formigas, que muitas vezes nas nossas brincadeiras de criança fustigava-mos os formigueiros para provocar guerras entre elas, que no final terminava em desentendimentos entre eu e minha irmã, e nossa mãe atuava como juiz para resolver nossas pendências, quando a conversava não resolvia os chinelos entravam em ação...
Enquanto isso nossas amigas travavam verdadeiras carnificinas numa guerra que foi provocada por duas crianças.
Assim eu sempre soube que havia uma grande semelhança entre os seres humanos e as formigas, e agora os cientistas vem com essa: que elas são traiçoeiras e corruptas, vocês conhecem uma sociedade parecida? ...
Leia mais: BBC-Brasil-Formigas são 'traiçoeiras e corruptas', diz estudo
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Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 17h45
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Humor - Definições do indefinível
Humor - Definições do indefinível
· Nada mais humorístico do que o próprio humor, quando pretende definir-se (Friedrich Hebbel).
· Definir o humor é como pretender pregar a asa de uma borboleta usando como alfinete um poste de telégrafo (Enrique Jardiel Poncela).
· Humor é a maneira imprevisível, certa e filosófica de ver as coisas (Monteiro Lobato).
· O humorismo é o inverso da ironia (Bergson).
· O humorismo é o único momento sério e sobretudo sincero da nossa quotidiana mentira (G. D. Leoni).
· O humor é o açucar da vida. Mas quanta sacarina na praça! (Trilussa).
· O humor é o único meio de não sermos tomados a sério, mesmo quando dizemos coisas sérias: que é o ideal do escritor (M. Bontempelli).
· O humor compreende também o mau humor. O mau humor é que não compreende nada (Millôr Fernandes).
· O espírito ri das coisas. O humor ri com elas (Carlyle).
· A fonte secreta do humor não é a alegria, mas a mágoa, a aflição, o sofrimento. Não há humor no céu (Mark Twain).
· O humor é uma caricatura da tristeza (Pierre Daninos).
· O humor é a vitória de quem não quer concorrer (Millôr Fernandes).
· A própria essência do humor é a completa, a absoluta ausência do espírito moralizador. Interessa-lhe pouco a pregação doutrinal e a edificação pedagógica. O humor não castiga, não ensina, não edifica, não doutrina (Sud Menucci).
· O humorismo é dom do coração e não do espírito (L. Boerne).
· O humorismo é a arte de virar no avesso, repentinamente, o manto da aparência para por à mostra o forro da verdade (L. Folgore).
· O humor tem não só algo de liberador, análogo nisso ao espirituoso e ao cômico, mas também algo de sublime e elevado (Freud).
· Humorismo é a arte de fazer cócegas no raciocínio dos outros. Há duas espécies de humorismo: o trágico e o cômico. O trágico é o que não consegue fazer rir; o cômico é o que é verdadeiramente trágico para se fazer (Leon Eliachar).(*)
· O humorismo é a quintessência da seriedade (Millôr Fernandes).
· O humorista é um forte bom, vencido, mas sobranceiro à derrota (Alcides Maia).
· O humor é a polidez do desespero (Chris Marker).
(*) Definição laureada com o primeiro prêmio ("PALMA DE OURO") na IX Exposição Internacional de Humorismo realizada na Europa — Bordighera, Itália, 1956.
Categoria: Pensamentos/Provérbios
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 12h58
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Categoria: Avaliação
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 12h01
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DOIS ASSUNTOS:Divida externa e Corrupcao,violencia.
Dois assuntos:
(A) Divida externa.
(B) A ONU diz que o Brasil é um país corrupto, violento e racista.
(A) Divida externa?
Acho que poucas pessoas acreditaram nessa historia, no mínimo ficaram desconfiadas, naveguei por um fórum de discussão na internet, blogs etc. as opiniões eram quase unânimes: Desconfiança.
Porque tudo anda ruim, saúde, educação, estradas, as estradas que estão boas foram privatizadas, segurança e honestidade, a violência já está num ponto insuportável, nos levando a paranóia.
Se está sobrando dinheiro aonde ele está ?
Se juntaram dinheiro para pagar a divida externa foi a custa de muitas filas nos hospitais, adiamento de cirurgias e exames clinicos, acidentes e mortes nas estradas por causa da falta de conservação e incompatíveis com o trafico de veículos, distanciamento entre ricos e pobres, aumento da violência e drogas, desrespeito aos direitos humanos, desrespeito aos trabalhadores canavieiros, ao meio ambiente.
Sim, no Brasil existe muita coisa boa, amo essa terra, mas os problemas existem, e não vamos tapar o sol com a peneira.
E a tal da corrupção que se alojou por aqui e se recusa a todo custo a sumir, desaparecer...
Mesmo quando ela parece não existir, sempre deixa o seu mal cheiro no ar. Por causa dos certos acontecimentos inexplicáveis, porque o que não se explica, confunde...
(B) A ONU diz que o Brasil e o um Pais desonesto, violento, e racista.
Concordo.
Porque viver aqui é angustiante. Se você é honesto, ético, é ser um chato.
O sofrimento faz parte da vida do “chato”, sofre discriminação e preconceito.
Chato é bicho raro, para começar é patriota, cumpri as leis, gosta de paz, religiosidade, respeita as leis de transito, respeita o seu vizinho, condena o som alto, respeita os colegas porem exige que o respeite: alias uma boa regra de convivência. Mas incomoda muita gente porque sua presença os acusa, talvez a consciência.
Querer ser honesto e ético por aqui: é viver uma utopia.
E quando o “ chato” num dia qualquer comete um deslize, coitado, todos o acusam com o dedo em riste. Eles não perdoam 1% dos seus erros, mas nunca levam em conta os 99% de deveres cumpridos.
Atenção: Não confundir esse “chato” com tantos que existe por ai, precisa saber distingui-los um do outro.
- Ou restaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos! Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)
“Triunfo das nulidades”
De tanto ver triunfar as nulidades,
De tanto ver crescer as injustiças,
De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
O homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, A ter vergonha de ser honesto.
Ruy Barbosa.
Categoria: Opiniao/Noticias/Curiosidades
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 11h32
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Amigos-Vinicius de Moraes
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Amigos
(Vinícius de Moraes)
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor. Eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências ...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários. De como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, trêmulamente construí, e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo. Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ... Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando
comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
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Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 00h22
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Os Cães Lambem os seus companheiros que morrem...
Os Cães Lambem os seus companheiros quando morrem...
(Rivaldo R.Ribeiro-José Bonifácio-SP)
Ainda é criança, mas já trabalha e se esgota ao ponto de seu corpo tomado de estafa adormecer num sono de desmaio. Sua alimentação é sempre de muitas calorias, pois dessa forma suporta as exigências dos patrões no dia a dia, tem que cumprir suas tarefas com destrezas e rapidez, para se livrar do cômodo estigma que acompanha a maioria das pessoas da sua classe social: a preguiça.
Cresce longe das características de uma jovem bonita, seu corpo é disforme pela robustez dos músculos e gordura que se formou ao longo da vida, tímida vê o mundo conformada, foi o que a vida lhe deu: trabalho e uma grande fé em Deus.
Agora adulta o seu coração já havia reclamado várias vezes, ameaçou com uma greve, bateu forte muitas vezes num repique de tamborim, gritou como uma cuíca, o levaram para uma revisão: o diagnóstico seria descanso, novo ritmo de vida, novos alimentos deveriam passar por suas artérias. Assim ele foi ao seu compasso no toque do surdo, era o puxador dos outros órgãos de um corpo, todos dependiam dele, muita responsabilidade para quem nunca tinha dado muita atenção...
Um dia dentro de um centro de saúde ele resolve dar o último aviso, é um coração brasileiro: foi feito para ter paciência. Bate forte novamente, altera a pressão, prende o oxigênio, os outros órgãos protestam, causa um desarranjo no organismo e desequilibra todo o metabolismo, ele pede por socorro: A mulher tímida tenta respirar, geme, apresenta vômitos...os profissionais da saúde ignoram a gravidade daquele momento aplicam passivos os primeiros socorros de rotina: eles não souberam identificar que aquele coração se rebelava, quando o corpo começa a desfalecer uma paciente da sala de espera alerta desesperada para a gravidade do caso, as enfermeiras e o médico de plantão intensificam atendimento, mais é tarde demais...
Isso é um caso entre tantos que nos leva a refletir sobre a Saúde no Brasil, um momento crítico e triste que poderá ocorrer conosco, com alguém que amamos ou com outro ser humano, que em muitos casos isso nada vale: amor ao semelhante.
Reflexão: os animais lambem os seus companheiros quando morrem. ..
Categoria: FICÇÃO/CRÔNICAS...
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 18h10
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Prossigamos-Bertold Brecht
Prossigamos Bertolt Brecht
Toda via prossigamos!
Seja de que maneira for!
Saiamos a campo para a luta, lutemos, então!
Não vimos já como a crença removeu montanhas?
Não basta então termos descoberto que alguma coisa está sendo ocultada?
Essa cortina que nos aculta isto e aquilo, é preciso arrancá-la!
Sobre o(a) autor(a):
Bertolt Brecht (1898-1956), nascido em Augsburgo. Escritor e dramaturgo alemão, além de grande teórico teatral. Desde menino escrevia poesias de forte conteúdo social. Foi perseguido pelos nazistas pelo seu comunismo militante.
Categoria: P O E M A S
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 17h46
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Mário Quintana
Mário Quintana
A vida são
Deveres que nós
Trouxemos para
Fazer em casa
Quando se vê já são
Seis horas...
Quando se vê já é
Sexta feira;;;
Quando se vê já é
Natal...
Quando se vê já
Terminou o ano
Quando se vê, não
Sabemos mais por
Onde andam nossos amigos
Quando se vê,
Perdemos o amor da
Nossa vida
Quando se ê,
Passaram-se 50
Anos
Agora, é tarde demais
Para ser reprovado
Se me fosse dado,
Um dia, uma
Oportunidade,
Eu nem olhava o
Relógio
Seguiria sempre e em
Frente e iria.
Jogando pelo
Caminho. A casaca
dourada e inútil das horas
Seguraria todos os meu amigos,
Que já não sei onde e como
Estão e diria
Vocês são extremamente
Importantes para mim
Seguraria o meu amor,
Que está, há muito, à
Minha frente, e diria:
Eu te amo
Dessa forma, eu digo
Não deixe de fazer algo
Que gosta devido à
Falta de tempo.
Não deixe de ter alguém
Ao seu lado, ou de fazer
Algo, por puro medo
Se ser feliz.
A única falta que será, será desse tempo
Que infelizmente
Não voltará mais.
Sobre o(a) autor(a):
Mario de Miranda Quintana, gaúcho da cidade de Alegrete, é o poeta das coisas simples. Despreocupado em relação à crítica, faz poesia porque "sente necessidade", segundo suas próprias palavras.
Categoria: P O E M A S
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 17h41
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Quem é você?

Quem é você?
Sou uma espécie de Dom Quixote que ainda acredita no absurdo, acredita no homem, no amor que existe dentro de cada um de nós...
Sonho com o impossível, uma utopia, um paraíso onde todos nós seremos irmãos como semelhantes que somos.
Mas às vezes tudo isso desmorona, porque encontro pela frente a realidade, o possível, o que tudo acontece diante de nossos olhos:
A violência, a destruição da natureza, a poluição, a falta de amor entre as pessoas, a falta de fé em Deus,a inacreditável convivência de milhões de pessoas dentro de uma rua, um bairro, uma cidade, sem ninguém se conhecer, todos estranhos! Isso se chama progresso, nisso todos acreditam!
Portanto acho que estou fora de um mundo estranho que não reconheço como deveria ser.
Talvez viva apenas através dos sonhos...
(Rivaldo R.Ribeiro, José Bonifácio-SP)
Categoria: MENSAGENS & REFLEXÕES
Escrito por Rivaldo R. Ribeiro às 18h43
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FORÇA

FORÇA
Temos que ter a FORÇA...
Do vento que carrega a pedra,
Da mulher que gera o filho,
Do jovem que abraça os sonhos.
Temos que ter a FORÇA...
Do ombro que suporta a cruz,
Da mão que levanta o enfermo,
Do sol que acorda o dia,
Da paz que cala a guerra.
Temos que ter a FORÇA...
Da noite que segura as estrelas,
Da rosa que resiste aos espinhos,
Do pão que alimenta a vida,
Da fé que afasta o medo.
Temos que ter a FORÇA...
Do amor que une os namorados,
Do sorriso que revela a alegria,
Da fraternidade que iguala as pessoas,
Da palavra que jorra dos lábios,
Do coração que sabe amar.
Temos que ter a FORÇA...
PRA NOS TORNAR UMA GOTA D'ÁGUA E COM
AS OUTRAS GOTAS FAZER UM RIO QUE CORRA
PARA JESUS CRISTO,
O GRANDE MAR DE AMOR.
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